A menina de cabelos brilhantes
Sorria um sorriso azul em sol
O cabelo fúlveo a reluzir só
Seus passos pequenos a saltitar
Olhava seus amigos a beira da ponte
Cada qual tramando suas traquinagens
Todos lhe eram queridos, mas amigo
O melhor deles ficava na estante
Ela guardava com carinho a capa dura
Amoldada pelas quedas na estrada
Sujo nos cantos das folhas do campo
Presente da avó que se fora a pouco
Ela ansiava que a avó pudesse ler
Agora que ela poderia escrever
Como lia o mundo todo assim
Guardava tudo que via em versos
A avó lhe ensinou a ler e escrever
Antes de andar de bicicleta, já sabia
Desenhava e coloria, mas nos versos
Era nos versos que ela pintava tudo
Criei o espaço para publicar minhas idéias, digo poemas, apenas pensamentos espremidos até formarem versos. Puramente leigo, mais um diário que qualquer coisa.
Uma descrição do que passa por mim e do que fica, meu ponto de vista que é bastante restrito, desse tecido tão interessante, a alma humana.
Espero que apreciem a visita.
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
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