Criei o espaço para publicar minhas idéias, digo poemas, apenas pensamentos espremidos até formarem versos. Puramente leigo, mais um diário que qualquer coisa.

Uma descrição do que passa por mim e do que fica, meu ponto de vista que é bastante restrito, desse tecido tão interessante, a alma humana.

Espero que apreciem a visita.


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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Papel e caneta na mão


a mão se esforça à acompanhar
tudo que constrói o pensamento
transcrevendo no verso as idéias
a vontade, uma fúria, sentimento.

Movendo em uníssono a riscar
a caneta marcando o papel enquanto
na mente tudo gira em movimento
o pensar vai riscando o ser.

Mergulhar na alma, profundamente
depende das condições do tempo
segundo a emoção doce que aquece
ou as fúrias que turvam as águas.

A vista sempre alcança os fragmentos
de naufrágios tenebrosos, cicatrizes
Ou os tesouros ganhos, escondidos
que fazem acalmar as tempestades.

Entre lembranças e temores
os desencontros, os amores
registrados na lembrança
eternizados ficam em papel.

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