Criei o espaço para publicar minhas idéias, digo poemas, apenas pensamentos espremidos até formarem versos. Puramente leigo, mais um diário que qualquer coisa.

Uma descrição do que passa por mim e do que fica, meu ponto de vista que é bastante restrito, desse tecido tão interessante, a alma humana.

Espero que apreciem a visita.


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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Fez-se escuro

Cabelo balança ao vento e o olhar brilhante
A perdição tomou-me de assalto, um pulo
Meu coração saiu correndo, sem pedir
E caiu aos teus pés, em silêncio humilde

Nada se pede, nada se implora, amor
Doa-se ou não, ponto final e exclamação
A lágrima retida na confusão levou afim
Em longa trilha, por tempos adiante

Corri de mim, fugindo de ti, onde estavas
Tropecei em outras pedras, preciosidades
Mais rápido, mais quedas, menos sorrisos

O caminho se afasta e o alívio também
Deixei também de saber a resposta
Da pergunta que primeiro me fez partir

Sobramos eu olhando,e o vento me balançando

4 comentários:

  1. Olá Cibis!

    Você carrega todos seus momentos dentro
    de suas poesias, e faz isso de uma forma realmente poética, em cada verso, em cada
    palavra, sempre dando sentido a uma alma
    repleta de questionamentos e certezas.
    Isso é perfeito!

    Obrigado pelos comentários deixados
    nos vários textos que você leu essa
    semana!

    Um abraço!

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  2. Toda forma de reconhecimento
    oferecido a um blogueiro é sempre
    bem vinda. Então, compartilho com você
    o presente recebido.
    Espero sua visita para buscar seu Selo.

    Um abraço!

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  3. Você está muito certa! O amor não se implora. Adorei em especial o verso que fala sobre isso. Ter essa consciência é para poucos, e saber lidar com as dores dela, é para bem menos ainda. Parabéns. Adorei seu texto. bjs.

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  4. Que lindo poema e que lindo blog...

    Ja fikei!!!

    bj

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