Criei o espaço para publicar minhas idéias, digo poemas, apenas pensamentos espremidos até formarem versos. Puramente leigo, mais um diário que qualquer coisa.

Uma descrição do que passa por mim e do que fica, meu ponto de vista que é bastante restrito, desse tecido tão interessante, a alma humana.

Espero que apreciem a visita.


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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Frio do Sul

Não quero escrever, se a chuva não parar
se essa brisa não me aquecer, no inverno
se minha alma não voltar a fazer primavera
se nada mais germinar aqui, só torrão e pó

A névoa que cobre meus olhos e a tristeza
o vento frio que açoita a pele, resseca
é escuro lá fora e a respiração embaça
o soluço preso na garganta que tranca

Tudo é triste e frio, quando batemos asas
a liberdade cobra um preço caro, altíssimo
como o vôo que alça e encerra a jornada
em solidão profunda e palpável, é neve.

Um comentário:

  1. Olá Cibis!
    ''a liberdade cobra um preço caro, altíssimo''
    Toda liberdade também tem seu preço,
    mas é melhor pagar o preço e ter a dádiva de ser livre.
    Bela poesia.
    Um abraço!

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